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Família Camargo

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- Postado por: Aline às 13h17
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- Postado por: Aline às 13h13
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Zezé di Camargo & Luciano: a dupla mais amada do Brasil

 
Com 18 anos de carreira, Zezé di Camargo e Luciano comemoram as muitas conquistas durante a jornada profissional. A dupla já vendeu 30 milhões de discos, contam com 17 CDs gravados, dois CDs em espanhol e um álbum duplo ao vivo, três DVDs, sendo que em julho lançaram o mais recente trabalho, intitulado "Duas Horas de Sucesso", que já figura como o mais vendido no país. Além disso, ganharam dois Grammys Latinos, conquistaram prêmio como Melhor Dupla da ABL (Academia Brasileira de Letras), dois troféus do Prêmio Tim de Música e, este ano, foram eleitos como Melhor Dupla de Canção Popular pelo Prêmio da Música Brasileira. A cada ano, mais pessoas se juntam à legião de fãs admiradores de Zezé di Camargo & Luciano, que afirmam nunca terem pensado em se separar. Em entrevista ao Jornal Cidade, os músicos falam, entre outros assuntos, da carreira, dos fãs e da participação da irmã Luciele di Camargo no programa "A Fazenda", da Rede Record.

JC - Quais as grandes conquistas durante esses 18 anos de carreira? O que consideram que falta conquistar?

ZC - Desde o meu primeiro disco (na época era vinil ainda), com meu irmão Luciano, já conquistamos o primeiro milhão de cópias em 1991. Hoje, 18 anos depois, são 30 milhões de unidades. Nosso novo DVD, lançado em 20 de julho deste ano, figura como o mais vendido no país. Nosso maior prêmio não são os troféus acumulados, e sim o carinho e a retribuição do público.

Luciano - Em pesquisa encomendada pelo Instituto da Cidadania e pela Fundação Perseu Abramo, em 2004, para traçar o perfil da juventude brasileira, Zezé e Luciano foram apontados como os "artistas preferidos" dos entrevistados entre 15 e 24 anos. Não deixa de ser curioso pensar que, àquela altura, com 13 anos de carreira, toda uma geração cresceu ao som de "É o Amor". Esse reflexo indica que, além de mantermos um grande público desde o início de carreira, nós ganhamos fãs a cada ano. Com o filme “2 Filhos de Francisco”, então, nem se fala. Precisam ver como as crianças adoram a música “No Dia em que saí de casa”. E mais: em pesquisa realizada, em julho de 2007, pelo conceituado instituto DataFolha, nós fomos indicados como os artistas mais populares e mais escutados do Brasil. O mesmo instituto realizou, em julho deste ano, pesquisa no estado de São Paulo e fomos eleitos como os artistas preferidos. Como meu irmão fala, todas essas conquistas são resultado do reconhecimento do público. Sem nossos fãs e a credibilidade que a mídia deposita em nós, não teríamos chegado onde estamos. Não faltamos chegar a lugar nenhum, mas manter este reconhecimento.

JC - Ano passado o Zezé passou por cirurgia nas cordas vocais. Sentiu medo de não poder mais cantar? Como se sente atualmente?

ZC - Nunca tive medo, porque estava nas mãos de bons médicos e sabia que meu problema não era uma doença grave. Foi um problema ocasionado por nódulo e desgaste nas cordas vocais. Atualmente, estou 100%, graças a Deus. Quando cantei após a cirurgia foi, no início, com um pouco de insegurança, mas o próprio médico, Dr. Luís, me alertou que seria assim e que em menos de seis meses já voltava a cantar como passarinho. E Deus me abençoou.

JC - Como está o trabalho atual de vocês? Lançaram um DVD e dois CDs.

ZC - Trata-se do DVD “Duas Horas de Sucesso”, resultado do show gravado em agosto de 2008, no Credicard Hall. O produto tem sido vendido de quatro formas: só o DVD, só os CDS ou cada CD (volume 1 ou volume 2) ou ainda os três produtos juntos.

JC - Vocês já pensaram algum dia em se separar?

ZC - Nunca. Costumo dizer que eu e meu irmão vamos cantar juntos até virarmos um quarteto: nós cantando na frente e duas enfermeiras nos segurando atrás.

JC - Hoje fala-se muito em "sertanejo universitário", vocês veem alguma diferença entre esse estilo e o clássico, cantado por vocês e por outros grandes artistas? É um modismo? Vocês são contra esse estilo?

ZC - Para responder à sua pergunta, eu prefiro expor minha opinião mais profunda sobre o assunto. Não existe música pura no Brasil. Somos um país de mistura de raças, de ritos, de mitos, e isso é lindo! Consequentemente, somos uma mistura de ritmos também. O sertanejo universitário, assim como o forró e o pagode universitário, veio para somar e o público aplaude. O importante não é o estilo, mas fazer com que a música toque nas pessoas. Da nova geração, gostamos muito de Victor & Léo, Edson & Hudson e César Menotti & Fabiano. Não gosto de rótulos. Nunca gostei. Criaram isso para lançar um produto e a mídia, ou boa parte dela, apoiou. É sertanejo e só. Tem muita gente boa, como Victor & Léo, mas tem muita dupla que, me perdoem, será febre e não tem a qualidade que o gênero merece. Gosto que surjam novos nomes, sempre disse que quanto mais - e com qualidade - melhor, porque assim mostra-se a força do sertanejo.

Luciano - Os sertanejos deram um toque ao som que fala da terra, fala do amor, com a viola e com outros instrumentos, e isso conquistou o Brasil. Claro que é bom e o povo brasileiro ama, tanto que já há dois anos consecutivos o instituto DataFolha fez uma pesquisa em que o gênero sertanejo aparece em primeiro lugar na preferência dos votos. E, graças a Deus e ao público, eu e o Zezé lideramos as pesquisas. Diante disso, surgem as duplas com uma levada mais acelerada, que é o sertanejo universitário. O público está sempre aberto ao novo e isso é muito bom. Como dizem, a voz do povo é a que manda.

JC - O que acharam da participação da Luciele em "A Fazenda"? E se ela aceitasse proposta para posar nua? Ficariam com ciúme ou preocupados em expor a família?

ZC - Acredita que tinha dia em que eu nem reconhecia a minha irmã? Era outra pessoa. Por aí, a gente tira uma ideia de como é ficar confinado tantos dias e nas condições em que eles estavam. O que ia ao ar era editado. Ninguém tem noção de como era ficar ali, com provas e provocações. Sobre posar nua, ela é maior de idade. Só acho que não é necessário. Ela é noiva do Denilson e são os dois que têm de decidir. Ela quer trilhar uma carreira como atriz e tem muita gente de peso, como Maitê Proença e Ângela Vieira, que posaram no auge da carreira. Vai da cabeça de cada um.

Luciano - Eu não gostaria de ver um ensaio de minha irmã. Até porque não vejo ensaio de ninguém. Da revista, só leio as entrevistas quando as chamadas me interessam. Não existe essa questão de preservar ou expor a família. É uma questão de preservar a imagem da minha irmã.

JC - Qual a dica para os cantores sertanejos que estão começando? Há segredo para o sucesso?

ZC - Sempre digo que a perseverança é característica dos fortes. Arregace as mangas, creia em você mesmo, tenha fé e siga em frente. Porque não existe fórmula para o sucesso. Existe talento, força de vontade, trabalho, trabalho, trabalho e o reconhecimento do público.

 

Fonte: Jornal Cidade
 

 



- Postado por: Aline às 13h15
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Luciano Camargo fatura vendendo água!

Não é trocadilho,não!Quando o assunto é investimento,o irmão de Zezé di Camargo tem um perfil arrojado. Na hora de escolher como investir os lucros de sua vitoriosa carreira artistica,Luciano prefere optar pela diversidade e não se limita a aplicar seu dinheiro no mercado financeiro.

Um dos negócios do artista é a Fonte Boa Vista,localizada no munícipio de Bom Jesus,em Goiás.Na propriedade do artista nasce a água mineral Goya,industrializada e comercializada com certificação BPF,que indica que a empresa segue as normas de Boa Prática de Produção.

Além de ser dono da nascente,Luciano também é responsável por todo o processo de industrialização e comercialização do produto.Não é para menos que a propriedade de Luciano tem uma área de aproximadamente 106 hectares,totalmente protegida em reservas nativas.

Fonte:O Fuxico



- Postado por: Aline às 13h01
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O figurino de Wanessa: sai o Camargo e entra o sexy

Basta olhar uma só foto recente de Wanessa (que agora dispensa o Camargo) para notar a mudança radical de estilo. Ontem à noite (08.10), na estreia do seu novo show, de vestido curtíssimo brilhante da estilista Maríllia Pitta + jaqueta dourada Mixed + ankle boot nude Animale, a cantora não lembrava em nada a menina que usava barriguinha de fora e cabelos compridos.

“Quando fui chamado para cuidar do estilo da Wanessa, ela estava usando vestidinho florido e rasteirinha de couro, e com os cabelos retos, bem maiores do que o corte chanel do casamento. Ela estava focada no novo CD, então ficou fora da mídia nesta época”, conta Luis Fiod, que ouviu as músicas novas e criou um visual rock, mas com glamour. “Agora, em vez de usar um vestidinho romântico Marc Jacobs, ela vai de Alexander Wang”, explica.

Muito salto alto, comprimentos míni e decote V fazem parte do novo figurino, tudo para harmonizar com a figura mignon da cantora. A mudança foi incorporada ao closet pessoal. Segundo Luis, se você encontrar Wanessa na rua, ela estará vestida assim: jeans skinny de cintura mais alta (“ela adora os da Amapô”), botas altas Animale, jaqueta de couro e bolsa Chanel. Quando vir de longe alguém com essa descrição, olhe para o cabelo. O loiro médio todo desfiado, inspirado em uma foto da Kate Moss no começo dos anos 1990 e que demorou oito horas para ser feito, vai te confirmar se é Wanessa.

E quem for assistir a um dos shows da turnê deve se surpreender com a troca de roupa, que não foi feita na primeira apresentação. Wanessa sai do palco rapidamente e volta de body, meia arrastão, camiseta preta, colete todo tachado e peep toe vermelho Christian Dior.

No backstage, a arara com o figurino da cantora
Wanessa sendo maquiada para a apresentação
Fonte: Chic News




- Postado por: Aline às 12h41
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Com Ronaldo na plateia, Wanessa arrasa em show

Cantora se apresentou com Ja Rule em São Paulo

Confira as fotos:

No palco, Wanessa arrasou

A loira cantou até Michael Jackson

O rapper Ja Rule fez participação especial no show

Na área vip,Família Camargo

Marcus Buaiz e Wanessa Camargo receberam Ronaldo e Bia Antony no show

Wanessa Camargo se apresentou em São Paulo e o pai, Zezé Di Camargo, foi conferir

Fonte:EGO/QUEM/UOL

 



- Postado por: Aline às 12h37
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Wanessa dá início à sua turnê em São Paulo

Sem bailarinos, luzes psicodélicas e até sem sapato (a partir da metade do show), Wanessa apareceu no fundo do palco, em cima de uma plataforma, para dar início à turnê "Meu Momento", que tem a participação especial de Ja Rule. Na plateia, além do já esperado Zezé Di Camargo, o jogador Ronaldo e sua mulher foram conferir o show da cantora, ontem (8), no Citibank Hall (SP).

A casa estava cheia e os fãs bastante empolgados. Tanto, que assim que a voz de Ja Rule chamando Wanessa apareceu, a galera ficou toda de pé para a primeira música da apresentação: "Não Me Leve A Mal", faixa do disco novo. O espetáculo seguiu com "Filme de Amor", cantanda a plenos pulmões por uma capela do público, e com "Chamar Atenção". Assim que terminou, Wanessa disse que não tinha preparado um texto para aquele momento e que a única palavra que vinha a seu coração era "obrigada". De nada, Wanessa!

Com uma dança a la Shakira e vento no rosto, fazendo balançar os cachos formados pelo babylees, ela seguiu com "Abrazame/Me Abrace" e "Gosto Tanto", sendo esta última a segunda faixa de seu último álbum. Depois da marcante presença de palco nas últimas faixas, mesmo com a plateia já sentada, Wanessa dispara um antigo sucesso numa voz mais madura, a música "Metade de Mim". Aí, ela segue com seus antigos hits, "O Amor Não Deixa", "Eu Quero Ser O Seu Amor", "Louca" e "Eu Posso Te Sentir".

No intervalo, nada poderia ser mais pop do que o DJ mandando "Poker Face" e "Boom Boom Pow". É quando Wanessa volta descalça para cantar mais dez músicas. Nessa lista, pode incluir duas homenagens a Michael Jackson, com "Man In The Mirror" e "Beat It", além da antiga "Tanta Saudade" e um cover da Lady Gaga, com "Just Dance". Não demorou muito e quem sobe ao palco é Ja Rule, cantando com ela o single "Fly" e, em seguida, ficando no palco para se apresentar sozinho.

Wanessa volta ao palco, declama um trecho de "Meu Momento": "Você me olha por cima, me trata como menina, mas não sabe do que eu sou capaz" e encerra o show com "Desejos" e "Amor, Amor".

 

Fonte:Portal MTV



- Postado por: Aline às 12h26
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Wanessa: "Já estava cansada daquelas músicas calminhas"


Após fazer uma participação na gravação do último capítulo da temporada 2009 de "Malhação", da Globo, ao lado de Ja Rule, Wanessa confessou que está curtindo demais a mudança de estilo musical.

"Essa mudança me colocou ainda mais próxima do público adolescente. O pop me dá a chance de ousar. Eu já estava cansada daquelas músicas calminhas e do estilo romântico", disse a cantora a OFuxico.

Wanessa contou também que a decisão partiu dela mesma. "Ninguém sugeriu que eu mudasse o estilo, eu mesma decidi isso e acho que está dando muito certo. A minha música ("Fly") ficou três meses em primeiro lugar no Brasil e meu clipe, entre os dez mais pedidos. Isso é uma felicidade para mim", completou.

Com um visual super diferente, a cantora explicou o motivo: "Sempre que mudo algo na minha vida, costumo mudar o visual também. Meu cabelo e meu corpo acompanham as viradas e celebrações da minha trajetória. Este cabelo loiríssimo é muito radical. No início, eu até ria das mechas quase brancas que caíam no meu rosto, mas agora estou adorando. Acho que tem tudo a ver com este meu momento", destacou.

Fonte: OFuxico


- Postado por: Aline às 12h22
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Marcus Buaiz diz que o sogro Zezé Di Camargo é cercado de "abutres"


Ele prefere ficar atrás dos holofotes. Mas seu posto de executivo de badaladas casas noturnas e envolvimento com celebridades sempre lhe dão espaço na a mídia. Marcus Buaiz saiu de Vitória, no Espírito Santo, e trilhou projetos pra lá de ambiciosos. Além da agência Rip de comunicação, o empresário, que é marido e agente de Wanessa (Camargo), diversifica seus ramos de atuação com a boate Royal Club e o Shaya, um dos mais famosos restaurantes de comida japonesa da capital paulista.

Em conversa com OFuxico, Buaiz falou sobre sua trajetória e as mudanças que promoveu no estilo musical da mulher, Wanessa, inclusive a de ter tirado o Camargo do nome artístico dela. O fato gerou boatos de que o pai da cantora, Zezé di Camargo, não teria gostado de ter seu sobrenome rifado. Buaiz nega desavenças com o sogro, porém, acha que Zezé está cercado de "abutres".

Como você se viu envolvido com comunicação?
Minha família no Espírito Santo tem veículos de comunicação. Quando estudava, comecei a estagiar em algumas áreas do grupo e me identifiquei com a rádio. Percebi que o resultado da rádio não é só mídia de 30 ou 45 segundos, e sim entretenimento. Comecei a me envolver com promoção é isso que resolvi fazer na minha vida.

Qual foi o seu primeiro desafio na carreira?
Tinha o sonho de fazer um festival de música em Vitória e lá tínhamos uma limitação, já que o maior lugar para shows poderia ter um público máximo de cinco mil pessoas. Planejei um evento em uma praça pública para 25 mil pessoas, e quando levei esta ideia para à diante, ninguém acreditou. Na época o evento custou R$ 1 milhão e com muita audácia fiz. Levamos Cássia Eller, Cidade Negra, Jota Quest e mais duas bandas locais, com 12 horas de música.

Ser jovem é um fator que pode atrapalhar na credibilidade dos novos talentos?
Sem dúvida. Sempre fui muito precoce. Meu pai, no momento que eu sugeri trabalhar, ele foi contra porque achou que eu não estudaria mais. Quando eu levava projetos, as pessoas não acreditavam. Cometi uma loucura de fazer este meu primeiro evento com o risco de cem por cento, e graças a Deus foi um sucesso.

Desde 10 anos pra cá, como você lida com os erros e acertos no showbizz?
Tenho o costume de tentar minimizar sempre os erros. Às vezes o evento não está correspondendo e eu fortaleço mais a mídia. Prefiro perder mais tendo a certeza que fiz tudo pra ter acertado. Show no Brasil você vende no dia.

Hoje você é proprietário do Royal Club. Estava nos planos se aventurar como empresário na noite paulistana?
Há mais ou menos oito anos, abri uma produtora de eventos no Rio. Minha ideia era fazer eventos fora do eixo Rio/SP, que era algo saturado. Trouxe em parceria para o Brasil a boate Lótus pensando em uma ação de entretenimento. Fiquei dois anos lá e depois vendi minha participação. Meus negócios são controlados, como qualquer outro ramo de negócio. Na minha residência tenho câmeras onde controlo todas as minhas casas noturnas e restaurantes. Sei exatamente quantas pessoas tem nas minhas casas, minuto a minuto. Criei um Big Brother (risos).

Como você conheceu a Wanessa? Foi em algum evento?
A conheci na Lótus. Tinha acabado de terminar um noivado. Morava no hotel e estava dentro do meu camarote batendo papo com uma DJ. Marina Morena, que trabalhava na época comigo, trouxe algumas pessoas para o evento, entre elas, a Wanessa. Um mês depois, fui em um show do Jorge Ben Jor, e lá estava Wanessa. Fomos para uma boate em São Paulo e lá ficamos a primeira vez. De lá pra cá, nunca mais nos separamos.

Como é administrar um namoro público?
Não me importo muito com isso. Confesso a você que não compactuo com essa Hollywood falsa. Não vou a festas e continuo não indo. Só vou quando é interessante para minha profissão ou para a profissão da minha mulher. Sempre cuidei muito de não me expor. Me expus muito pela Wanessa, porque ela é a mulher da minha vida. Nos respeitamos e nos protegemos. Fui buscá-la no estúdio, surgiu um fotógrafo do nada e tinha uma mira no meu peito. Tive um pouco de dificuldade no começo.

Rolou um estresse no início de seu namoro com a Wanessa, já que disseram que você quis comprar fotos de um fotógrafo que os flagrou juntos. Diziam que você não queria assumir a relação?
Não me apego no que dizem, a não ser que seja uma inverdade. Falaram que eu queria comprar fotos, que eu tinha vergonha dela. Mas a realidade é que eu só queria protegê-la.

Como é o seu relacionamento com a família da Wanessa?
A Zilú é uma das mulheres que mais admiro na minha vida. Desde o primeiro momento que estou lá, sempre apoiou minha relação com a Wanessa. Mãe tem sexto sentido, percebe e sabe o que é uma relação. O Zezé, pra mim, é um gênio da música. A história dele está aí e não preciso contar, porque é linda

Disseram que você e Zezé tinham brigado... O que tem de verdade nisso?
É a primeira vez que eu falo disso. Acho que ele é genial, mas o meu problema é com as pessoas que o rodeiam. Ele é cercado de abutres. Eu não convivo com quem eu não me dou bem e não estarei perto dessas pessoas. Não tenho problemas com ele. Disseram que meu problema com ele era por causa do sobrenome. Não ganho dinheiro com a Wanessa. Se ela ganhar R$ 1 milhão é R$ 1 milhão dela. Trabalho no projeto dela por amor. Me identifico com ela porque é batalhadora e sepre correu atrás do seu objetivo. Ela sempre quis trabalhar com o mercado pop e tinha grande resistência desse segmento. As pessoas antes de ouvirem suas músicas já tinham preconceiro, independente de serem boas ou ruins.

Quando foi a última vez que você falou com Zezé?
Semanalmente eu falo com ele. Temos um relacionamento bacana.

Como surgiu o processo de transformação para a Wanessa cair de cabeça no ritmo pop? A música "Fly" com o rapper da Ja Rule foi o pontapé inicial?
Essa música foi gravada em julho do ano passado. Ela ainda estava trabalhando o disco anterior. Levei para algumas pessoas que não admitiriam ter a Wanessa neste segmento e todo mundo gostou do trabalho. Fiz um teste cego, com muitos radialistas dizendo que esta era uma artista internacional que queria trazer ao Brasil e todo mundo gostou. Todo mundo mordeu a língua e "Fly" é uma das músicas mais executadas do Brasil. Sei que ela sempre batalhou por este espaço, não por vaidade, mas uma batalha de vida. Não acredito que um pai ou um familiar vendo uma pessoa feliz como está se apega a debater um assunto que não tem nada a ver. Ela não mudou o nome dela, afinal quem deu o nome de Wanessa. Tenho um carinho muito grande pelo Zezé.

Você acredita que todo bom trabalho é fruto de uma parceria?
Sou um cara que acredita em sociedade. Tudo o que tenho, tenho sócio. Ter sociedade significa saber escolher bem os seus sócios. Escolhi me rodear de pessoas melhores que eu. Americanos tem isso na música. No Brasil é ao contrário, existe rivalidade ao invés de parceria.

Como aconteceu esta parceria Wanessa e Ja Rule?
Em 2004 fiz um evento chamado "Hip Hop Manifesta" que aconteceu no Rio e em Florianópolis simultaneamente. Ja Rule e Snoopy Dog eram os convidados internacionais e desde então rolou uma parceria bem bacana. Quando estávamos desenvolvendo o novo trabalho, discutimos que o CD seria mais dançante. Fizemos um CD com as participações de Rita Lee, Alexandre do Natiruts, e do Ja Rule, que quando escutou a música topou na hora. Essa música começou a ser noticiada no Brasil em fevereiro, quando gravamos o clipe, mas ela estava gravada a exatos sete meses.

Quais seus sonhos?
Um deles é ter filhos. Amo criança, mas filho tem que vir na hora certa e quero ser um pai presente. Hoje temos tantos sonhos de trabalho... Sou um sonhador eterno.

Fonte: OFuxico


- Postado por: Aline às 12h21
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Idênticas! Cantora Wanessa ganha versão em boneca

Wanessa recebeu uma homenagem lúdica nesta semana. O artista plástico Marcus Baby, do Rio Grande do Norte, se inspirou em um ensaio da cantora para a revista "Contigo!" e produziu uma boneca inspirada na filha de Zezé Di Camargo.

O trabalho foi explicado por Marcos em seu blog: "Durou apenas 3 dias, incluindo o ensaio fotográfico e em momento algum – pela primeira vez – utilizei vídeos do artista, tive como base apenas a revista com as fotos encartadas. Vi um ensaio de Wanessa em uma revista semanal e pirei. Fiz rapidinho e adorei o resultado. Espero que ela veja também".

A boneca é de acervo pessoal do artista e não será comercializada. Além de Wanessa, o potiguar já criou réplicas de Amy Winehouse, Fred Mercury, Britney Spears, Christina Aguillera, George Michael, Michael Jackson, Robbie Willians, Slash, entre outros.

Fonte: Folha Vitória



- Postado por: Aline às 12h18
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'Hoje, ser a filha do Zezé di Camargo me atrapalha'

 

Ao tentar se firmar como estrela de vida própria no meio artístico, a filha do sertanejo Zezé faz um desabafo e fala de sua decisão de não usar mais o Camargo no nome

Fernanda Brambilla

Loura, moderninha, repaginada. Wanessa Camargo segue na mesma luta para deixar de ser somente a filha do sertanejo Zezé di Camargo, decolar a carreira de cantora e convencer o público de sua identidade, agora pop. Aos 26 anos, lançou Meu Momento, o sétimo álbum dos nove anos de sua inconstante carreira, e emplacou nas rádios o hit em inglês Fly, parceria com o rapper Ja Rule - arma de marketing de sua fada madrinha musical, o maridão e diretor artístico Marcus Buaiz, famoso empresário da noite. Na missão de se firmar no novo universo, Wanessa descarta o sobrenome Camargo, dá a cara a tapa e sente culpa por ter se deslumbrado com a fama, que a segue desde criança. Sobre casamento, família, passado, a cantora falou ao JT na sexta-feira, no camarim da TV Globo, onde gravou o Altas Horas.


Como foi ver a música ‘Fly’ fazendo sucesso quando tanta gente nem sabia que era sua?

Querendo ou não, eu vinha em um caminho diferente desse CD novo. Existe o preconceito das pessoas: ‘Ah é Wanessa Camargo’ (ela faz uma careta), sabe? Tem o sertanejo que puxa um pouco, então o mundo pop tem um olho torto. Isso foi um teste cego. E foi sem querer, não foi proposital. Até gente que estava comigo no projeto não sabia. É bacana, porque as pessoas primeiro gostam, depois julgam. Isso é que é legal. Daí não tem a história atrás, não existem meus nove anos de carreira junto. A música fala primeiro.

Hoje, ser filha de Zezé di Camargo ajuda ou atrapalha?

Hoje atrapalha. Porque as pessoas tendem a associar uma coisa com a outra, elas não separam (o celular de Wanessa toca. Ela faz uma pausa para atender ‘rapidinho’: ‘Oi amor’). Tudo bem, é pai e filha, mas um tem um trabalho, e o outro tem outro, diferentes.

Foi isso que a motivou a tirar o Camargo do nome?

Só para deixar isso bem claro. A separação é musical, não de vida. Da família, do meu pai, da história dele. E também simplifica. Acho bacana as pessoas chamarem por um nome, como funciona lá fora. O intuito é separar. Me sinto honrada de ser da família Camargo, mas isso não define quem eu sou. Muito menos a minha música.

Isso extrapolou o âmbito musical alguma vez, já causou algum mal-estar com seus pais?

Nunca. Não tem isso na minha família. Meus pais sempre foram os primeiros a torcer para que eu desse certo, para que acontecesse. Eu não tirei o Camargo do meu nome. Vou ser pra sempre Wanessa Godói Camargo-Buaiz, agora casada, minha identidade. Mas artisticamente, não.

Então seu pai se dá bem com o Marcus Buaiz, seu marido?

Eles se dão muito bem. São como pai e filho. Os dois são (do signo) de leão, muito parecidos, sabe? Os pais do Marcus moram longe - a mãe mora no Rio de Janeiro, o pai no Espírito Santo - então a família com quem ele tem mais convivência é a minha família. O que acontece é que querem achar piolho onde não tem.

O Marcus é o diretor artístico do CD ‘Meu Momento’. E o casamento musical, como funciona?

Meu CD não fiz sozinha, sabe? Esse CD a gente fez 50-50. Há todo um time de profissionais comigo. Eu não me considero uma cantora-solo. O Marcus tem um know-how de mercado que eu não tenho, essencial pra um artista dar certo. Eu acho que não basta só a música ser legal e cantar bem, tem que ter um monte de coisas ligadas pra dar certo na música.

A parceria começou com vocês já juntos. Como foi?

O Marcus mal sabia que eu cantava. Não conhecia minha carreira. Fomos conversando sobre o que eu tinha vontade de fazer, a dificuldade que era vencer algumas barreiras, o preconceito, pra ter espaço. Ele abraçou aquilo como um sonho dele também. Aí a gente decidiu oficializar, ser sócios, uma parceria comercial mesmo. Ele me ensinou a ter confiança no palco, a acreditar e realmente dar a cara a bater. Eu sempre fui corajosa, mas o Marcus é mais. Estou aprendendo com ele.

Você sofre muito preconceito?

Julgamento pra qualquer pessoa é difícil quando não é sincero, baseado em quem não te conhece. Não tenho problema nenhum com quem não gosta da minha música. É natural, não é pra todo mundo. Sei que tem gente que vai odiar a minha voz, minha música, não tenho problema nenhum com isso. O problema é quando julgam o caráter, põem em dúvida a sua luta. Mas aí tem que entrar por aqui e sair por ali (aponta os ouvidos).

Marcus também interfere no visual? Diz coisas do tipo: ‘Vamos aumentar essa saia’?

Uh, pelo contrário! Marcus não liga. Quando tenho dúvida ele é quem diz: ‘Não tá mostrando nada, fica tranquila’. Eu que fico puxando (a saia), sou muito mais ‘noiada’ do que ele em relação a como vou me apresentar. Ele me relaxa: ‘Tá bonito, não tem nada, não.’ No VMB (Video Music Brasil, onde Wanessa exibiu um microvestido brilhante) eu estava muito mais ‘noiada’ com o vestido do que ele. Disse: ‘Ai, não tá curto?’ Ele olhou: ‘Ah, tá lindo’.

Quem é o ciumento do casal?

Ah, eu! Ele trabalha na noite, com balada (Buaiz é dono dos clubes noturnos Royal e Lótus, em São Paulo), eu sei que tem muita mulher dando sopa. Mulher é danada, cara! Homem respeita mais mulher casada. Quer dizer, eu sinto isso. Mulher parece que gosta de homem casado, é impressionante. Ela não gosta do homem que está sozinho, solteiro. Não, ela quer aquele lá. Não todas, claro, tem uma leva de mulheres que atiçam. Então eu fico de olho.

Mas você é barraqueira?

Não sou, não sou neurótica. Não dou show, piti, em nenhum lugar. Aí é que está: eu tenho que prestar atenção no que ele faz. Eu me irrito muito com os outros, com as mulheres, mas ele, graças a Deus, nunca me deu motivo pra falar um ‘ai’. Eu não falo, tento não demonstrar. Tento ser elegante... Em geral, sou mais de guardar, não sou de ficar demonstrando muito, não. E demoro para confiar em gente que não conheço.

E os novos amigos? O Marcus está sempre rodeado de gente interessante, como o jogador Ronaldo, o modelo Jesus Luz...

Ah, normal, né? Veio, claro, uma turma de amigos dele pro meu mundo. Pra mim é só mais um amigo que tem uma profissão pública. Não tenho interesse.Já estou acostumada, cresci nesse meio. Tinha oito anos quando meu pai começou a fazer sucesso. Quando era pequenininha eu me deslumbrava com a Xuxa, pedia pra ver o Didi. Mas você vai vendo que é tudo igual, muito comum.

Desse novo círculo de amizades, alguma a surpreendeu?

Tem um mundo de empresários dele que eu achava: ‘ah são um nojo, esnobes, mauricinhos’. Bobagem. A gente julga demais. Aprendi a não julgar. Já mordi muito a língua por pensar algo de alguém e depois me arrepender.

Acha que julgam muito você?

Sou muito julgada. Eu vejo quantas vezes as pessoas têm uma ideia completamente errada de mim. Porque me viu 10 segundos na televisão acha que sabe tudo de mim. Ou porque viu uma declaração minha que não era exatamente daquele jeito. Aí já tem uma lista do que você é. Então, você olha e pensa: ‘Mas eu não me vejo assim, não sou assim’.

Você pensou em parar?

Tem horas em que você fica p da vida, mas aí dá aquela chorada básica, respira, repensa. Tem que saber lidar com altos e baixos. Pode arrebentar a boca do balão num álbum e, no próximo, sei lá por que, não funciona. Tem que ter cabeça boa pra não pirar. Eu aprendi a ouvir em vez de ficar na defensiva toda vez que vinha porrada. Num primeiro momento, se alguém critica, você já vai e pá (soca um pulso no outro) na defensiva, dando mil desculpas. Constrói um discurso para não se diminuir. É muito difícil ouvir: ‘Ah, seu show foi uma porcaria’. Mas tem que parar e pensar: ‘Por que disseram isso? É verdade?’ Pode ser. O cara pode não ter gostado e pronto. Mas pode ser que tivesse razão. Tudo isso é aprendizado.

Tem coisas no passado que você teria feito diferente?

Claro que tem coisas que eu penso: ‘Ah, que bobagem que eu falei’, ou ‘que roupa horrorosa que eu usei’, ‘que apresentação tosca’. A vida é assim, a gente só aprende errando. Eu acredito em destino, acredito que para que eu me tornasse o que sou, tudo isso teve de acontecer. O bom e o ruim, meus erros, meus começos... sou uma aprendiz. O importante é pensar em melhorar.

E por que você acha que tem demorado tanto para dar certo? Acha que a fama veio cedo demais e atrapalhou?

Sou completamente culpada pela minha vida. Eu não tinha maturidade, não fui capaz de lidar com aquilo. Eu não tenho desculpa pra tudo. Idade? Vejo muitas meninas de 13, 14 anos que estão batalhando na vida, se esforçam, têm cabeça boa. A minha prioridade em certos momentos foi trocada por uma diversão de adolescente. Hoje vejo o quanto perdi tempo com baboseira, ego, vaidade, e como a gente se deslumbra com coisas bobas, ilusões que criam pra gente.

Você diz que seu novo visual acompanha sua música. Se ele mudar, muda a música?

Não nasci pra ficar de um jeito só a vida inteira. Adoro me olhar no espelho e ver uma outra mulher. Esse caminho em que estou hoje é por onde vou seguir, nesse nicho. É a partir daí que vou brincar.

Fonte: Jornal da Tarde


- Postado por: Aline às 12h12
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